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Duas lésbicas no laboratório da faculdade

Duas lésbicas no laboratório da faculdade
Giulia havia me dito que visitaria os pais no fim de semana. Eu ficaria então na sexta, sábado e domingo sozinha, sem seus carinhos. Atualizando, Giulia e eu nos conhecemos no prédio em que morávamos, ela no ap. 105 e eu no 108. Éramos estudantes da mesma Universidade, ela de Educação Fiscal e eu de Direito. Também tínhamos a mesma idade, 21 anos, sendo eu alguns anos mais velha que ela. Quem quiser saber mais terá de ler os outros dois contos sobre como minha vizinha entrou em minha vida.

O fim de semana parecia interminável. Nós trocávamos mensagens, até que a segunda-feira finalmente chegou. Ela me avisara que iria da rodoviária direto para a faculdade e que poderíamos nos encontrar às 9:30h no prédio da computação.

Lá fui eu. Vestido soltinho, sandalhinha, cabelos soltos, bem menininha. Cheguei uns minutos antes e notei que o prédio praticamente vazio. Um “psiu” ecoou no fim do corredor e quando me virei, Giulia chegava com sua mala na mão. Eu corri para abracá-la e acabamos nos beijando ali mesmo, já que não tinha ninguém por perto.

– Eu estava…
– Morrendo de saudades – Ela completou – Eu também!

Eu a beijei de novo. Mas ela desviou o olhar e avistou alguma coisa. Com sua mala numa mão é o meu pulso na outra, Giulia saiu me puxando pra perto de uma porta. O letreiro dizia “LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA B”, e num lance rápido ela abriu a porta e me empurrou pra dentro. Fechou com cuidado e virou a chave, nos trancando lá dentro.

Ela começou a me agarrar e eu disse “Giulia, alguém podia estar aqui. Talvez volte… Isso é loucura!”, ela não me deu ouvidos. Fez apenas um “Shhhh”, mandando eu me calar. A gente foi se beijando e ela me conduzindo pela sala até eu parar perto a uma bancada, cheia de computadores. Ela me mirava com um olhar faminto, que me arrepiava. Suas mãos não quiseram saber de cerimônia e foram levantando meu vestido até a cintura. Ela não precisou me dizer nada, só me olhar. Eu sabia exatamente o que ela queria.

Dei um pulinho pra trás, subindo na bancada e abri as pernas. Giulia acariciou minha bucetinha ainda coberta pela calcinha, que a essa hora já estava molhada. Ela se abaixou, deu alguns beijinhos e com dois dedos, puxou minha calcinha de lado. Sua boca foi de encontro a minha buceta, agora desprotegida e ela lambeu todo meu melzinho.

Aquilo tudo era uma loucura enorme. Giulia chupava minha buceta dentro do laboratório da faculdade. Eu tentava conter meus gemidos enquanto ela me devorava, pois se dependesse do quanto eu estava curtindo aquele momento, todos na Universidade saberiam que eu estava sendo chupada no laboratório.

Giulia esta insaciável, quando parou por um instante. Me olhou com o mesmo olhar de perversão e arrancou minha calcinha com voracidade. Com as mãos, enrolou os cabelos, prendendo-os e soltou um “Bem melhor assim!”. Eu abri ainda mais as pernas e ela me abocanhou de novo. Me chupava fortemente, me deixando louca de tesão.

Em um dado momento, ela me deu uma lambida dos deuses, começando bem no meu cuzinho e parando só no meu clitóris. Repetiu aquilo umas três vezes e eu confesso que quase gozei na língua dela, mas me segurei.

Na sequência, ela enfiou um dedo na minha buceta e logo depois, outro. Começou a me comer com seus dedinhos maravilhosos. Eu me apoiava em alguns computadores ali perto. De pernas abertas e vestido na cintura. Era tesão demais, eu não ia segurar por muito tempo. O barulhinho de sua mão comendo minha pepeka era alucinante.

Quando me viu já quase delirando, Giulia voltou a me chupar, com muita intensidade. Eu tinha que gozar naquela boquinha, ela qieria aquilo e eu também. Então, quando senti o orgasmo me dominando, somente me segurei na bancada e deixei Giulia terminar o que começou. Eu contive meu gemido e meus olhos lacrimejaram. Eu arrastava minha buceta cara dela e mordia meus lábios. Era um intenso orgasmo, perigoso e delicioso. Não me contive o tempo todo. Acabei deixando o gemido escapar no finalzinho daquele momento extasiante. Meu corpo relaxou em seguida, enquanto minha respiração ainda era ofegante.

Giulia se levantou e me olhou com um sorriso angelical e satisfeito.

– Você é louca, Giulia!
– Louca por você, Marie!

Ela me ajudou a me vestir e, gargalhando disse “Acho que preciso lavar o rosto”.
Saímos do laboratório como se nada tivesse acontecido. Haviam mais pessoas pelo corredor, algumas nos olhando. Se eles ouviram algo? Eu sinceramente não me importava mais…

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