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MEU AMIGO QUERIA VER SUA ESPOSA SENDO PUTINHA DE O

Anal

MEU AMIGO QUERIA VER SUA ESPOSA SENDO PUTINHA DE O
Oi, meu nome é Marcos e contarei aqui um fato interessante que aconteceu comigo. Como a vida nos proporciona algumas surpresas boas, de uma conversa de bar para uma loucura total.
Meu amigo Pedro é casado com Ana e moram próximo a minha casa. Sempre saio pra beber com Pedro, e nessas saídas, conversamos sobre tudo, inclusive putaria. O nível desses assuntos chegou num ponto, onde dividimos experiências e contamos sobre fantasias que já realizamos ou desejamos realizar.
Em um desses encontros, há uns dois anos atrás, Pedro me disse que estava preocupado, pois possuía um fetiche que nunca imaginaria que um dia teria. Eu fiquei ansioso em saber, pois para mim, fetiche é fetiche, não julgo nenhum, pois o que pode ser estranho para uns, para outros é a mais pura forma de prazer, eu mesmo tenho um não convencional, mas fica para o próximo conto rs.
Enfim, ele me contou que depois de alguns vídeos caseiros que assistira na internet, começou a sentir tesão em imaginar sua esposa sendo comida por outro homem, na frente dele.
Ele que sempre foi muito machista, foi pego de surpresa, pois dividir a mulher dele não passava por sua cabeça, ate aquele momento. Agora, Pedro quase gozava só de imaginar Ana sendo possuída por outro homem, sendo arregaçada por alguém roludo, tratando-a como uma verdadeira puta enquanto ele observava o deleite dela.
Eu sou tarado assumido, na hora meu pau quase rasga a calça de tanto tesão, eu já me imaginei sendo esse cara que ele quer ver foder sua putinha. Mas logico que não falei isso pra ele, apenas dei corda para que me contasse mais sobre sua fantasia.
Depois de algumas semanas, Pedro me contou que falou sobre sua fantasia com Ana e como foi sua reação (adoro as conversar com Pedro, ele é sempre muito detalhista rs).
Pedro:
Marcos, eu tomei coragem e contei pra Ana a porra da fantasia que tenho. SÉRIO CARA!
Coloquei um pornozão para assistirmos, e dar aquela metida de costume. Sempre ponho uns vídeos para deixar Ana louquinha.
Ela já me mamando, coloquei um amador, onde o marido trás em casa um amigo para foder sua esposa. Botei Ana pra sentar na minha rola de frente pra TV pra ficar levando pica e vendo a putaria na tela. Ela vendo do que se tratava o vídeo, ficou tão molhada que minha rola deslizava sem dificuldades. Eu comendo ela devagar e no vídeo, o amigo roludo arregaçava a mulher do corno. Falei:
“E ai amor, está curtinho o vídeo? Pensou você no lugar dela? Duas rolas só pra você? Pode mamar enquanto senta em outro, pode ter os dois buracos sendo fodidos ao mesmo tempo, o que acha?”
Nisso eu já estava com um dedo enterrado no cuzinho dela e ela urrando de tesão. No fundo sabia que Ana sempre teve a fantasia de dar para dois ao mesmo tempo.
Vai vendo Marcos, ela me disse que já dava para dois, pois tínhamos um consolo de borracha em casa que sempre participava das nossas festinhas. Sempre fantasiávamos essa situação, como se o consolo fosse outro cara, tá ligado? Coloquei a filha da puta de frente pra mim, olhei nos fundos dos olhos dela, criei coragem e disse:
“Quer ou não quer ter dois machos para você? Um socando nessa sua bucetinha melada e outro te enrabando gostoso.
Responde putinha, têm vontade de rebolar em outra rola enquanto olha pra mim?”
A menina é esperta Marcão, sabe que sou cabreiro, e suspeitando que fosse um teste para ver apenas a reação dela, ela me respondeu:
“E você Pedro? Quer me ver sendo puta de outro macho? Esfregando minha buceta na cara de outro homem e dando sorriso safado para você? Pedindo rola? Tendo dois cacetes de verdade pra brincar? Quem ver outro macho me rasgando com força?”
Ela falava e meu tesão aumentava, ela rebolava na minha rola, ai ela chegou bem perto e sussurrando baixinho, continuou:
“E quando outro estiver me fodendo? Me botar pra chupar rola? Eu gemendo gostoso num caralho diferente, você vai ficar olhando, ou os dois irão me comer juntos, igual o vídeo?”
Mano, manooooo… Eu pirei. Ela subia e descia no meu pau me olhando com cara de safada, puta, vadia e o caralho a quatro.
Não aguentei, botei a safada de joelhos e esporrei na cara dela, meu cacete estava quase quebrando de tesão. A desgraçada ainda me dava sorrisinhos safados, passava o dedo na porra que caiu nos peitos e chupava depois.
Ficaram com tesão??? Agora imagine eu, que ouvia tudo aquilo e babava. O pau babava mais que minha boca. Eu tentava disfarçar o pau duro, mas não conseguia muito. E modéstia a parte, tenho uma rola bem grande e grossa.
Nisso Pedro percebeu que eu estava pirado na historia dele, eu estava a ponto de ir ao banheiro do bar pra bater uma.
Ele me encarou por um instante e riu, e não disse mais nada. Fomos embora e vida que segue.
Passado dois meses, após um dia de futebol, Pedro me convidou para almoçar em sua casa. Normal,
aceitei. Fomos conversando no caminho assuntos normais até que ele me solta essa:
“E ai Marcos, está com fome? Hoje você vai comer bem.”
Eu dei uma risada meio sem entender e tal, mas na hoooora veio a imagem de Ana em minha cabeça. Não é nenhuma panicat, mas é como uma mulher deve ser. Loira, olhos claros, estatura mediana, peitos convidativos e uuuuma raba, amigo, que rabeta ela tem, impossível não a imaginar de quatro rebolando em minha rola.
Assim que chegamos, ela foi nos receber. Aaah Ana, que mulher.
Estava usando um shortinho largo, aparentemente sem calcinha e uma camiseta branca. Ana é sempre muito simpática, um sorriso encantador. Sentei na cadeira e ela já se prontificou a nos servir uma cerveja bem gelada.
Pedro disse que iria tomar banho e que era pra eu me sentir em casa e comer o que eu quisesse. Será que eu estava sonhando? Eu estava entendendo certo? Não queria um mal entendido e abusar da esposa dele por engano.
Eu estava maluco, pau já estava marcando novamente no calção, impossível de esconder. Ela sentou no sofá e me disse:
“Vocês estão bem suados, quando o Pedro sair do banho, quer tomar um também? Se bem que se não estiver cheirando mal, cheiro de homem me deixa doida.”
Eu travei, mas decidi entrar no jogo e ver ate aonde iriam. Disse:
“Poxa, até que gostaria, mas eu não trouxe roupa, tomar banho e colocar a mesma roupa suja é desagradável?”
Ela se levantou (percebi então que estava sem sutiã) deu um gole em minha cerveja e disse:
“Mas quem disse que eu quero que você vista alguma roupa?”
Eu arregalei os olhos, mas não deixei barato. Segurei firme na cintura dela e disse:
“E o Pedro? O que ele vai achar de me ver pelado aqui?”
Ela:
“Ele me disse pra cuidar bem de você, te dar cerveja, te dar um banho e quem sabe… Te dar muito mais.”
Eu levantei e a abracei por trás, joguei o cabelo dela para o lado e comecei a cheirar aquele pescoço delicioso. Trouxe-a
pra bem perto de mim para que pudesse sentir o volume com a bunda.
Minha mão deslizou facilmente para dentro do short dela, buceta lisaa, sem um pelinho se quer pra contar historia. Meu irmão, quando meti a mão no meio da buceta da Ana, fui até o paraíso e voltei. A buceta mais melada que eu já vi em minha vida, aquele mel era interminável, chegava a escorrer pelas pernas. Eu dedilhava o grelinho dela enquanto a beijava no pescoço quando de repente o Pedro aparece.
Pedro:
“Opa Marcão, não perde tempo né? A Ana está cuidando bem de você?”
Eu:
“Muito. Que mulher cheirosa você tem, que buceta deliciosa.”
Nesse momento Ana já tirava minha camisa e meu short, me deixando apenas de cueca com o caralho querendo sair. Pedro se aproximou e deixou a esposa completamente nua, meteu o dedo no mel da buceta dela, colocou perto do meu nariz para que eu cheirasse e disse:
“Tome um banho Marcos, Isso tudo aqui será seu hoje. Ana te dará um banho e depois quero ver se você sabe fazer uma mulher virar puta.”
Ela foi andando pelada ate o banheiro e eu atrás, pau completamente duro, Pedro acompanhou Ana cochichando em seu ouvido e alisando a bunda maravilhosa que só ela tem. Ana se agachou e tirou minha cueca, meu pau saltou pra fora conseguindo a liberdade tão sonhada. Ela olhou espantada pra ele e depois olhou para o marido e disse que ele sabia escolher muito bem. Ela apertou meu pau bem forte, ate que uma gota de baba saísse dele. Deu uma lambida olhando para mim e disse que queria muito mais.
Teve um momento em que ela tentou engolir meu caralho todo, mas não conseguiu. Levantei Ana e entramos pra debaixo do chuveiro. Ana me deu um belo banho, lavando meu cassete com bastante espuma, olhava pro Pedro que se punhetava com a cena da sua esposa dando banho em outro macho. Ela me lavou todo, depois eu que dei um banho safado nela. A coloquei encostada à parede e lavei sua bundona e sua bucetinha por trás, brinquei com a mangueirinha do chuveiro, lançando jatos no grelinho duro e no meu cuzinho dela, ela adorava, estava muito putinha, e olhava pro Pedro sorrindo, que sorria feliz, vendo a esposa sendo putinha de outro. Saímos do banho e fomos pra sala, Pedro já tinha preparado o ambiente, luz baixa, ar condicionado em uma temperatura agradável, pornô amador rolando na TV.
Comecei a beijar Ana, demoradamente, alisando-a toda e ela pendurada em meu pescoço, roçando a xota no meu pau. Coloquei-a de costas e bati com a rola em sua bunda. Ela logo se ajeitou para ficar de frente para Pedro, pra ele poder ver tudo que eu estava fazendo com sua esposinha. Eu roçava minha rola grossa na buceta ensopada dela e dava meu dedo para ela chupar, ela sugava ferozmente meus dedos. Gemendo ela me disse:
“Quer que eu seja a sua putinha? Vem, me fode, mostra pro Pedro como se acaba com uma buceta.”
Como estávamos de frente pro Pedro que estava sentado no sofá, me abaixei e fiquei com o rosto na bunda dela. Comecei a chupar aquela buceta por trás, e ela abria as pernas e empinava a bunda. Pra facilitar a chupada, abria com as mãos aquele rabão espetacular. Eu a segurava pelo quadril e com a língua dura alternava entre a buceta e o cu, ela delirava com aquilo, eu esfregava a cara na bunda, lambia o reguinho, beijava a buceta e o cu, beijava a bunda toda e depois beijava o cuzinho outra vez, enfiando a língua nele, o Pedro ficou de pé no sofá e deu a rola para ela chupar. Ela chupava com gosto o pau do marido, ele gemendo, chamando-a de puta safada, a mandando olhar pra ele com o pau na boca, chamando-a de vadia, de sem vergonha, e ela arreganhada com um macho a chupando gostoso e chupando o marido. Eu levanto e começo a encher aquele rabo de tapas, Pedro pega no pau e começa a bater no rosto dela com a rola, ela gemendo de tesão fala para nos dois:
“Aiiii caralho que tesão, quero ser puuuutttaaaaaaaa, podem me bater, quero apanhar dos meus machos , quero chupar os dois juntos, quero esses dois caralhos na minha boca agoooooraaaaaaa.”
Ela sentou no sofá e segurou as duas picas, chupou com tudo, abocanhou primeiro o meu, chupou com carinho, de olhos fechados, batia na linguinha e no rosto, lambeu ele todinho, deu mordidinhas sacanas, colocou o caralho na boca e deu voltas com a língua na cabeçona, engoliu ate onde pode, chegando a engasgar, cuspiu na pica e espalhou a saliva no pau todo punhetando depois. Ela ria pelo fato de estar conseguindo deixar dois machos malucos de tesão, Pedro esfregava a rola em seu rosto e ela engolindo meu pau, engasgava e cuspia, deixando a baba descer pelo queixo e tetas, melando também as coxas de baba de puta. Depois deu um trato especial no pau do marido, engoliu e babou todo, comigo dando pirocada na cara dela, os dois malucos e ela mais ainda. Nos levantamos, sentei no sofá e disse:
“Senta aqui gostosa, senta na rola, quero te comer agora, vêm se entregar pro teu macho, quero arrombar essa bucetinha cheirosa, quero te comer bem gostoso.”
Ela se ajeitou em meu colo, colocou os dois pés no sofá enquanto eu segurava a rola dura pra cima. Apoiou-se em meu ombro e encostou a bucetinha na cabeça inchada do meu pau. Ela colocou só a cabecinha, o mel escorria da buceta para meu pau, que visão, que loucura. Ela fechou os olhos e foi descendo beeem devagar, saboreando cada centímetro do meu pau, sentindo que quanto mais descia mais minha rola a abria no meio. Ela sentou ate encostar nas bolas, me olhou e sussurrou em meu ouvido:
“Me fode meu macho gostoso.”
Ela começou a subir e descer no pau freneticamente, sua buceta engolia 20 cm de rola na maior facilidade. Eu me segurava pra não gozar, não poderia fazer feio, mas ela conseguia sugar minha rola com aquela buceta apertada e carnuda. Ela gemia e dizia:
“Come, come, fode minha buceta seu filho da puta, fode gostoso sua puta, quero rooolaaaaa, me foooodeee me faz puutaaa, fode, fode com tudo, macho pirocuudooo. Tá gostando? Tá? Tá gostando de comer a esposa do amigo? Tá gostando de me foder? Por que eu tô adoraaaaaaaaaannnnnddoooooooooooo, quero roolaaaaa quero picaa na buceeeetaaa.”
Eu a puxava com força pra baixo e falava:
“Caaralhooo que bucetinha macia, que putinha gostoooosaa, quero te comer toda, pula na rola, pula putinha safada, mostra que você é puta, mostra.”
Ela dava aquela buceta encharcada com gosto. Ela olhou pro Pedro e disse:
“Tá gostando meu amor? Tá gostando de me ver sendo comida por outro? Tá achando bom ver sua esposinha sendo puta de outro? Me ver sentada com um pau enterrado na buceta? Me fala meu amor.”
Pedro meteu o pau na boca dela, ela chupava a rola e depois o saco. Nisso eu vejo ela se tremer toda, gozando deliciosamente em minha rola, chorando gostoso e tendo espasmos (a buceta dela mordia meu pau enquanto gozava).
Pedro falava:
“Estou adorando te ver fodendo com o Marcos e gozando na rola dele, quero te ver feliz na rola de outro macho, quero ver você sendo putaaaaaa, sendo vagabunda, que tesão, quero te comer também, deixa eu comer essa buceta arrombada por outra rola, você agora têm dois homens pra cuidar, você agora é duplamente puta.”
Ele a puxou e a deitou de frente pra ele no sofá, colocou almofadas no chão e ela abriu as pernas o máximo. Eu ajudava Ana a abrir as pernas pra ficar bem arreganhada. Ela adorando ser tratada como uma puta. Pedro veio e meteu o pau na buceta e começou a bombar, ela delirando. Fiquei de joelhos e dei a pica pra ela mamar, mamou a rola com gosto, não demorou nada e já estava dando gritinhos de gozo novamente. Fiquei em pé no sofá com a rola na cara dela, ela se ajeitou pro Pedro continuar comendo a xota. Segurei-a pelos cabelos e comecei a comer sua boca, bem devagar, enfiando o pau até onde ela aguentava, ate engasgar. Adorávamos ver Ana sendo uma puta safada em nossas mãos, fazendo tudo.
Revezamos. Agora eu quem fodia a buceta de Ana e Pedro ajudava a esposa a arreganhar as pernas para outro homem. Ana me empurrou pra trás, sentou em meu colo e me arreganhava as costas toda, louca de tesão. Peguei Ana no colo e a levei para o quarto sem tirar a rola de dentro dela. Pedro fez questão de tirar uma foto com o celular de minha rola sumindo dentro da buceta lisa dela.
Fomos pro quarto, no corredor parei para fode-la um pouco em pé, em frente ao espelho. Ela estava toda descabela e com a bunda toda vermelha de tapas. Ela me olhava pelo reflexo do espelho e dizia baixinho:
“Me leva pra cama, me come na minha cama, quando meu marido me comer lá e usar nosso brinquedinho, vou lembrar de você .”
Já no quarto, deitei com ela na cama que sem demora veio por cima de mim, sentava e rebolava entalada na minha rola grossa e quente. Ela me dava tapas na cara e dizia que era minha puta e acabou gozando outra vez, ela estava fora do corpo. Ela ficou meio desfalecida como se quisesse descansar. Já a coloquei de quatro e soquei minha vara na bucetinha babona dela. Nesse momento reparo que Pedro esta num canto do quarto, nos observando com a rola na mão, se punhetando em êxtase. Ana toda safada olha pra ele e diz:
“Vêm cá meu marido, vêm ver sua esposa levar rola na nossa cama, me dá sua piroca pra eu chupar, vêm me fazer putaaaaaa, vêm me fazer puta de vocês.”
Ela se arreganhou toda, empinando aquele rabão branco. Dei meu dedão pra ela lamber e comecei a acariciar seu cuzinho. Ela piscava aquele cu lindo e urrava de tesão.
No auge do tesão ela falou pro marido:
“Quero dar meu cuzinho pro Marcos amor. Quer ver sua esposa sendo enrabada por outro? Quero levar pau no cu, quero ser enrabada por ele, fala pra ele me enrabar com carinho e depois com força, manda ele me encher o cu de porraaa, quero sentir esse caralhão no meu cuzinho safadinho, deixa ele comer esse cuzinho que é só seu .”
O Pedro pegou o KY na gaveta e Ana sorriu me olhando safada. Empinou a bunda mostrando o cuzinho que eu iria comer naquele momento. Dei um beijo nela sem tirar o pau da buceta e disse o quanto ela estava sendo uma puta e que eu estava adorando.
Pedro chegou com o KY, peguei um pouco para passar no pau e ele lambuzando o cuzinho dela, deu aquele trato. Enchia de gel, passava um dedo, colocava dois e ela revirando os olhos. Ela com a cara na cama arreganhava a bunda, pedindo rola no cu. Ela falava enquanto gemia que queria rola no cu, queria ser puta dos dois.
Ela Falava isso enquanto se masturbava, queria levar porra de seus machos. Fiquei em pé e encaixei a cabeçona no cuzinho dela que logo deu um grito:
“Calma filho da putaaaa, calma com meu cu, tá doendo caaaaraaaaaalhoooooooo, sua cabeça é muito grande, não tira não, mas vêm devagar porra.”
Fui metendo o pau bem devagar, sentindo aquele cu apertado me mordendo. Ela tentava ir pra frente, mas eu não deixava, segurava firme em seu quadril e a trazia de volta. Ela gemia de dor e de prazer. Pedia a todo o momento para eu lhe fazer uma puta, uma vadia, e sempre olhando para Pedro.
Pedro pediu para que eu saísse, para que desta vez, ele comesse o cu de sua putinha, ou melhor, nossa putinha. Ele meteu o pau todo nela, o caminho já estava aberto. Pedro a enrabava enquanto a gostosa esfregava o grelinho, gozando outra vez. Revezamos mais uma vez quando ela falou:
“Pedro, vem gozar na cara de sua puta enquanto meu outro homem me fode.”
Eu bombava com mais força e Pedro punhetando na frente de Ana. Ele não aguentava mais, e nem eu. Ele esporrou na cara da safada, deixou o rostinho de princesa dela todo lambuzado de porra. Eu disse que ia gozar também, não aguantava mais segurar. Numa rapidez só, Ana se virou, se ajoelhou em minha frente e disse:
“Seu leite eu quero na boca, não quero desperdiçar uma só gota.”
Ela segurou meu cacete com firmeza, chupava e punhetava ao mesmo tempo. Que boca maravilhosa ela tem, língua macia, parece que nasceu para fazer boquete. Chupava a cabeça que pulsava de tesão, lambia meu saco enquanto me punhetava. Pedro assistia aquilo maravilhado, sua fantasia estava sendo realizada, ver sua esposinha querida sendo puta de outro homem, sendo arrombada por outro caralho, e agora, tomando leite de outro macho, tudo isso na frente dele. Ele não encarava aquilo como traição, mas sim, como uma forma diferente de sentir e dar prazer.
Ela deu uma sugada tão forte em meu pau, agarrei aquela deliciosa pelo cabelo e segurei com força. Quer leite sua vadia? Então tome. Gozei fartamente e com muita força. Certeza que ela iria engasgar. Me enganei, Ana sugava tudo, com a boca cheia de porra chupava meu pau. Pedro chegou do meu lado e Ana começou a chupetar os dois caralhos. Toda cheia de porra, cara de puta safada. Todos nos estávamos delirando de tanto tesão, o quarto cheirava a sexo. Ana se sentia realizada por ter sido fodida por dois homens, arrombada, comida como se deve ser comida, Pedro pelo fato de realizar seu desejo de ver a esposa sendo possuída por uma rola diferente, e eu, ahhh eu estava maravilhado, sempre tive tesão em Ana, vaaaarias punhetas pensando nela, pensando nas historias que meu amigo me contava nos bares da vida, agora comendo a safada, deliciosa, maravilhosa, melhor buceta, melhor cuzinho e melhor boquete que já vi.
Ficamos bem cansados e fomos tomar banho, os três juntos. Vesti minhas roupas sujas do futebol, dei um beijo no rosto de Ana, como se nada tivesse acontecido, me despedi do Pedro e fui embora.
A partir desse dia, eu não seria apenas o confidente de Pedro, mas sim, o outro macho de sua mulher. Da porta pra fora da casa de Pedro, é como se nada tivesse acontecido, da porta pra dentro…

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