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PELADA NO POSTO

PELADA NO POSTO
PELADA NO POSTO

Já era de mad**gada. Eu e meu corno passamos parte da noite no motel. Resolvemos tirar um momento só pra nós dois, fazer amor gostoso, namorar devagarinho, curtir cada pedacinho um do outro.
Ele pediu que eu saísse pelada do motel. Me sentei, nua, ao seu lado e logo foi me posicionando no banco. Desceu um pouco o assento, colocou uma de minhas pernas sobre as suas e a outra sobre o painel, me deixou totalmente exposta. Abriu os vidros do carro para que eu pudesse ser exibida e apreciada por onde ele quisesse transitar.
Ele estava morrendo de tesão e eu deixei acontecer. Dei asas à sua imaginação e liberdade para criarmos uma aventura diferente.
Meu gato pegou o caminho para uma das regiões mais badaladas da cidade. Passou em frente a bares lotados. Quanto mais pessoas nas calçadas, mais lenta a velocidade do carro. Parava com a desculpa de pedir informações. Chamava os caras para bem pertinho do carro. Eram reações diversas.
Parou num posto de gasolina, colocou a chave do carro em cima da minha pepeca. Chamou o frentista, pediu que pegasse a chave e enchesse o tanque. Era um rapaz negro, alto e forte. Sua primeira reação foi de surpresa, olhou para os lados e deu um sorriso fechado, demorou um pouco para entender o que estava acontecendo ali. Esticou o braço, meio sem jeito, para apanhar a chave, dei uma rebolada, fazendo com que ela caísse ao assoalho. Ele se esticou um pouco mais, foi obrigado a colocar parte do corpo pra dentro do carro. Fui bem rápida e segurei sua mão, passei-a pelos meus peitos, depois o fiz tocar minha bucetinha molhada. Ainda trêmulo, se arriscou a brincar com meu grelinho. Peguei a chave caida no chão e coloquei dentro da sua cueca, seu pau estava duro como uma rocha, era enorme e preto. O safado estava louco de vontade.
Meu corno desceu do carro, e com uma feição de vagabundo, pediu para que o frentista entrasse e puxasse a trava do capô em baixo do painel. O rapaz se sentou no banco, me tocou brevemente, pois o segurança do posto se aproximou, a fim de observar os detalhes.
O segurança se situou, de pé, ao lado do carro, deu um assobio e sinalizou para a câmera. Colocou o corpo ao lado da janela, desabotou as calças e pediu uma chupada. Não neguei o esquenta. O frentista mamava meus peitos freneticamente, se abaixou um pouco mais e começou uma deliciosa chupada. Eu estava muito excitada, tão molhada que meu melzinho escorria pela boca do cara. Outro carro parou atrás do nosso, fazendo com que a brincadeira terminasse.
O frentista abriu o capô e pulou para a frente do carro, a fim de se recompor. Meu corno foi até o motorista que chegara, disse que estava com um problema na bateria e pediu ajuda. O homem deixou uma mulher aguardando dentro do carro e se prontificou a socorrer. De relance me viu nua, de pernas abertas, deu uma gargalhada seguido de um bom dia. Foi até o motor, juntamente com meu corno, o frentista e o segurança. Os quatro verificaram todo o motor enquanto eu me exibia.
Fomos embora. Fui chupando meu corno durante todo o caminho pra casa.
Possivelmente, algum daqueles rapazes teve razões para uma punheta bem estimulante. A única certeza que tenho, foi da deliciosa gozada do meu corno.

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