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Uma tarde de final de Inverno

Uma tarde de final de Inverno
Há uns tempos atrás, andei com uma moça (chamemos lhe Q). Q era uma mulher que podia não ter uns seios enormes nem um rabo rechonchudo. Era bem simples mas tinha classe, era inteligente e tinha uma mente completamente perversa. Eu adoro isso numa mulher pois acredito que acima de tudo, mostra auto-confiança. Digamos que após uns cafés, jantares e de uma noite no cinema em que as coisas apimentaram um pouco, a chamei a casa para convivermos um bocado e até vermos um filme (uma especie de Netflix and chill antes de haver netflix). Escusado será dizer que não me recordo nem do nome do filme, nem da história. Mas dela… Vocês nem imaginam! Ela chega a minha casa e toca a campaínha. Quando abro vejo uma senhora com roupa bastante casual, calças de ganga justas, um top com um decote não muito acentuado e umas simples sapatilhas. Cumprimentámo nos com um beijo leve e fomos para o quarto onde tinha o setup pronto. Começa o filme. Cerca de 15 minutos após começar o filme (estavamos em posição “concha”), começo a beijar o pescoço dela ao de leve enquanto as minhas mãos acariciam o corpo dela. Com a mão dela, ela ajeita uma das minhas mãos e leva a para desapertar lhe as calças e aproveitando a boleia, comecei ao de leve a masturbá-la. Quando ela já estava a ficar molhada, ela desaperta me as calças e começa a “brincar” com o meu pénis. Tiro lhe a tanga e começo a fazer lhe oral. estive cerca de 20 minutos naquilo até ela estar tão molhada que o meu pénis entrava como um ladrão numa casa de porta aberta. Quando ia para começar a penetrá la com ele, ela para e diz me:

-Agora é a minha vez!

Adorei! Não por causa do oral, mas pela maneira como ela disse as palavras. Foi num tom maroto, mas ao mesmo tempo mostrava a tal confiança que referi antes. Ela esteve tanto ou mais tempo quanto eu estive nela. Confesso que estive por pouco para me vir.

-Se continuas assim, eu não me vou aguentar! – disse-lhe eu
-O que vai acontecer se não te aguentares? – Perguntou me ela num tom em quem sabia perfeitamente o que eu quis dizer.
-Se eu não aguentar, vais levar com o leite todo na boca!
-É esse o propósito do que te estou a fazer! – disse ela.

Perdi a cabeça. Ou melhor, as “cabeças”. Já tinha estado com outras mulheres, mas nunca nenhuma delas me tinha deixado vir dessa maneira. Teve de ser. O meu pénis já doía de tanto suster o jacto. Enchi-lhe a boca toda. De tal forma que ela tinha esperma a escorrer pelo canto da boca. Depois de ela engolir, ela continuou com a boca dela nele, de forma a ele ficar erecto de novo. Mas desta vez, enquanto ela me chupava, eu chupava ela. De longe o melhor 69 que fiz até hoje. Quando ela estava bem molhada, penetrei ela bem. Primeiro suavemente para não a magoar. Mas ela pedia com mais força. Aumentei a intensidade com o tempo. Primeiro missionário, depois cowgirl e no final de 4. Com o rabo dela bem empinado, dou umas valentes lapadas. Ela ainda deve ter marcas nele! Mas isso não a impedia de pedir mais. E mais. E mais. Tive de me vir de novo, e desta vez ela pede para me vir no rosto dela. Vim me no rosto mas mais proximo da boca para ser mais facil para ela limpar com a lingua. Enquanto ela se limpava, acendi um cigarro que partilhámos enquanto acabamos de ver o filme. Sinceramente, ainda não me lembro nem do filme nem do nome do mesmo, mas desta foda não me esqueço tão cedo!

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