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Adoro ser Bull

Adoro ser Bull
Publiquei mais um anúncio num site de classificados, procurava casal que quisesse um amigo para realizar a fantasia de ter mais uma pesoa na intimidade do casal. Voltaram aquelas respostas vagas e sem continuidade, mas a determinado momento vejo uma resposta de alguém que queria trocar impressões. Vamos lá trocar impressões…
Um email dizendo o que pretendo e recebi na volta um número de telefone. Gostei! Falei com o marido que me contou que a vontade nasceu das fantasias do casal e que queriam experimentar ter outra pessoa com eles na intimidade! Gostei também do facto de ele me ter pedido autorização para dar o meu número à esposa para ela falar comigo e poder ouvir a minha voz para se ambientar ao novo amigo!
Recebi uma chamada de uma voz alegre e despachada que trocou comigo impressões sobre as nossas carcterísticas musicais e outros gostos lúdicos. Não falámos de intimidades, deixámos essa parte para o encontro que ficou marcado nessa chamada.
Vieram ter comigo à minha zona de residência numa noite de fim-de-semana, fomos até uma esplanada onde conversámos e deu para notar que ele queria ver, mas ela, embora com vontade de experimentar, tinha o receio da primeira vez numa aventura íntima. Sugeri que fôssemos ver o mar e que ela fosse no banco de trás comigo. Um sorriso amedrontado na face dela disse:
– No banco do carro? Em público?
– Não. Vamos conversando, mas se eu estiver perto de ti, sentes o meu cheiro… para te libertares desse receio que tens de dar o passo, ou… de me deixares dar o passo!
Ele concordou com a cabeça, acrescentando:
– Acho uma boa ideia. Se quiseres vou circulando com o carro.
No banco traseiro ela parecia estar encolhida. Mal me encostei a ela senti o seu perfume numa pele arrepiada. Olhei-a nos olhos, agarrei a mão dela trémula, abracei-a, encostei a minha cabeça à sua.Falei baixinho ao ouvido.
– Não mordo, só dou beijinhos.
Beijei-lhe o pescoço. Como não fugiu, abri mais os lábios em forma de chupão, subi até a orelha e lambi-lhe o lóbulo. Arrepiou-se mais uma vez, mas não fugiu!
Voltei a olhá-la nos olhos para me assegurar que estava bem, sorriu e deixou escapar:
– Safado! Arrepiei-me!
Era isso mesmo que queria, era dar-lhe tesão. Aproximei-me e beijei-a nos lábios, um linguado que começou a medo e acabou com línguas bem embrulhadas.
– Vocês aí atrás fazem uns ruídos que me são familiares, parece que se entenderam. Continuem, esqueçam que estou aqui.
Adorei ouvi-lo! Mão na mama e há que descobrir o corpo da mulher do corno. Debrucei-me para cima dela de forma a deitá-la no banco, colei os lábios e tirei uma mama para fora, pequena e durinha. Depressa a meti para dentro e fiquei apenas encostado às nádegas que rapidamente me entesaram a piroca. Meti a mão na coxa por baixo do vestido fino e pressionei a piroca contra o cu da minha Hot Wife. Sim, naquele momento já era minha.
Olhou para mim numa expressão dúbia, não sabia se estava a gostar ou não. Levantei-a de novo no banco e com um beijo na face perguntei:
– Estás mais à vontade?
– Não, por estar no carro.
Nesse momento disse o marido:
– Amanhã não é dia de trabalho, vamos para casa?
Concordei! Mas ela estava ainda indecisa.
– Já hoje?
– Querida, vocês ficam mais à vontade. Bebemos um copo e depois vocês ficam juntos o tempo que quiserem. Ninguém vos vê e ficam confortáveis.
Não moram longe, fomos para casa mas ela quis ir no banco da frente com o marido. Lá chegados ela pediu licença para se arrumar, ele seviu um copo e mostrou-se satisfeito por ter visto a mulher ser usada no banco traseiro do carro.
– Foram só uns carinhos para a ambientar e confesso que estava com medo que funcionasse ao contrário. Senti tesão nela mas…
– Era por estarmos no carro, por isso sugeri virmos para aqui.
Chamou por ela que veio penteada e com reforço no perfume.
– O que bebes?
– Nada, não me apetece… olha, dá-me um Porto!
– Então brindemos ao início de uma amizade! – disse eu!
Ao erguer o copo cheguei-me a ela e abracei-a pela cintura fina. Bebemos um gole, ela pousou o copo na mesa, segui o exemplo sem a largar, abracei-me a ela por trás para ela sentir o meu tesão que já estava a desesperar por aquele corpo. O marido de forma discreta se sentou no sofá, eu passei as minhas mãos nos seus quadris e subi até as mamas. Arqueou o corpo para a frente, encostando mais o cu a mim.
– Safado!
Empurrei-me mais contra ela.
– Sentes a minha vontade?
– Sim, não perdes tempo.
Os polegares e os indicadores fizeram rolinho nos bicos das mamas, gemeu baixinho e encostou a cabeça para trás, beijei de novo o pescoço e lambi a orelha que sei que dá tesão. Uma mão foi por baixo do vestido e puxou as cuecas para baixo, apalpou as nádegas macias e tentou furar para a cona da mulher do corno, que muito atento continuava de copo na mão.
Larguei-a e tirei a piroca para fora, dura e cheia de vontade. Levantei o vestido e encostei às nádegas fazendo gestos para furar por entre elas. Ela resistia encostando-se a mim. Disse-lhe para se apoiar na mesa e afastar as pernas. Sorriu e disse:
– Mesmo? Queres mesmo?
– Quero muito entrar em ti!
Assim fez e apontei a piroca para a cona melada de tesão. Fiz umas roçadelas de cima para baixo e de baixo para cima. A cabeça a querer entrar, o marido a tentar ver melhor… virámo-nos de costas para ele, para ver a entrar.
– Mete esse pau dentro da cona dela. – dizia ele.
Numa estocada entrou metade, comecei o vai e vem devagar para não a esporrar toda ao primeiro toque. Senti cada centímetro das entranhas da minha puta casada, ouvia os sons dos sumos dela, quente e apertada, aquela cona rapada levou uma bela foda. a meio ela soltou-se e começou a gemer, a mostrar que estava a sentir prazer na foda com o novo amante oficial.
Dei-lhe uma foda fenomenal. Usei muito o carinho para a convencer a entrar na aventura e gostei muito daquele misto foder/fazer amor! Vim-me antes dela, mas não podia ser de outra forma, eu estava a adorar, a sentir um enorme prazer ao foder aquela mulher bonita. Até esqueci que o marido estava a assistir.
Lavámo-nos e sentei-me no sofá de novo com o copo, sem me vestir. Ela ainda estava a recompor-se e o marido de sorriso feliz.
– Gostei de ver.
– Não sentiste ciúmes?
– Não! Senti-me feliz por ver que ela estava mesmo a sentir prazer! Aliás, vocês estavam muito satisfeitos um com o outro. Eu queria vê-la com outro homem, era uma fantasia.
– Pensei que quisesses partilhar, os dois com ela…
– Isso há-de acontecer, mas hoje vocês têm que se conhecer melhor. Vou dormir no quarto de hóspedes, vocês hoje são o casal da casa.
Dormi pouco nessa noite! Foi uma noite que mais parecia ser de amor que de foda! Beijos e chupadelas, amassos e fodas. Comecei por lhe dar dois orgasmos seguidos com a minha boca, chupou-me mas pouco porque não gosto de desperdiçar a esporra em partes do corpo que não sejam a cona e o cu. Acordamos cansados, melados e felizes.
– Para além de nunca ter estado com outro homem, também nunca tinha estado tanto tempo seguido a fazer sexo!
– Ganhei o estatuto de amante oficial? Queres foder mais comigo?
– Sim. Ele quer ver-me com outro, então serás tu o meu namorado.
Um linguado bem apaixonado selou a combinação e ainda nus… mais uma foda, esta sim, pareceu foda de namorados. Estávamos a acabar quando ele entrou!
– Bom dia! Que tal essas fodas na minha mulher?
– Tua? Agora é nossa!
– Concordas querida?
– Sim! Ainda bem que aceitei realizar-te a fantasia de seres corno. E digo-te mais… acertaste na pessoa!

Aconteceu há apenas quinze dias! Voltarei a estar com o casal amigo, a casa deles é maravilhosa, a mulher muito mais. Tenho pensado muito nela. Para que havia de arriscar a foder mulheres casadas sem o marido saber, se encontrei a mulher ideal, com marido que me vem buscar e trazer a casa?

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