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Aventura no banheiro da escola

Creampie

Aventura no banheiro da escola
Oi, sempre gostei de ler contos e por isso resolvi começar a escrever! Adoro fazer sexo, principalmente com meu namorado, e de todas as formas possíveis! Sou meio a mistura que os homens falam de santa e puta. Ao longo de minhas experiências fui me tornando bem safadinha, cada vez mais insaciável e sempre buscando coisas novas e fantasias!

Nesse meu primeiro conto vou relatar algo que aconteceu bem no começo da minha vida sexual, quando eu ainda estava no colegial. Eu tinha acabado de completar dezoito aninhos e estudava para fazer o vestibular. Sempre atraí os olhares masculinos! E naquela época, apesar da idade, não era diferente. Eu sou loira, tenho 1,65 metro de altura, 59 kg, 85 cm de busto e quase 100 cm de quadril. Tudo isso com um corpo bem definido devido à academia. E de rosto, faço muito homem abrir a boca, modéstia à parte. Porém, com dezoito anos ainda não possuía isso tudo. Digamos que além das reduções óbvias de medidas, eu não fazia o estilo “sarada”, estava mais pra menina, ou melhor, “lo li ta”. Tinha uma carinha de novinha inocente realçada pelos meus cabelos longos e lisos. Amava deixar os meninos doidos com meu olhar e minha boca já carnuda. Mas eu só tinha olhos pro meu namorado que já estava na faculdade. Nós namorávamos há alguns meses e já era muito intenso!

Já tínhamos passado da fase dos amassos, mas eu ainda era virgem. Nessa época amávamos brincar com todo corpo um do outro. Eu adorava ter seu cacete todo na minha boca e tocá-lo até sentir seu leite na minha boquinha. E eu amava mais ainda sentir sua boca me lambendo e massageando lá embaixo. Sentir o calor do seu hálito na minha buceta, seu dedo lentamente escorregando pra dentro de mim e sua língua tocando meu grelinho… Ah, como era gostoso! E quando não estávamos juntos eu me masturbava, muito! Sempre que sentia a sua falta e quando queria relaxar eu me tocava pensando em tudo que faríamos juntos no futuro.

Foi numa manhã dessa época que meu namorado fez algo totalmente novo e quase me colocou num grande problema. Eu estava no colégio assistindo uma aula chata de Física quando ele me mandou uma mensagem pedindo pra eu entrar em minha caixa de e-mails. Achei muito estranho porque ele nunca tinha pedido isso. Mas entrei, e assim que abri uma mensagem nova dele, tive que colocar o celular pra baixo da mesa porque era uma foto dele nu! Eu já tinha tido oportunidade de vê-lo assim e na hora lembrei do momento e do que fizemos depois e acendeu uma chama em mim. Ele dizia que não pararia de me mandar mensagens até me deixar louca! Depois veio outra mostrando ele segurando seu cacete, grande, grosso e duro! Já estava ficando excitada e bem longe da aula acabar. Imaginava tudo aquilo nas minhas mãos pra eu beijar, lamber e deixar pronto pra explodir. Instintivamente minhas pernas se apertavam e eu sentia minha buceta “babando” por aquele cacete.

Foi aí que veio a terceira foto, que era uma nossa, uma que mostrava justamente o que eu imaginava. Eu fazendo um boquete nele e o olhando com aqueles olhos de menina safada que eu tanto sabia fazer. E a foto veio com um pedido: “Põe sua mão lá embaixo e imagina a minha língua te tocando e deixando você louca!”. Na mesma hora eu desci com minha mão direita e, discretamente, coloquei por dentro da saia colegial do uniforme e da minha calcinha e senti entre meus dedos os pelinhos que antecipavam e coravam minha rachinha já bem molhada e louca de tesão. Minha mão desceu até quase a entrada do meu cu e foi subindo levando todo meu mel direto pro meu grelinho que ansiava um toque suave e firme.

Nesse momento tomei um susto quando alguém me tocou. Era a Laura, minha melhor amiga. Ela se sentava do meu lado e logo percebeu o que eu estava fazendo. Antes de continuar, cabe aqui um parêntese pra eu apresentar a Laura. Nós duas ficamos bem próximas quando começamos a estudar pela manhã. Somos mais que amigas, somos confidentes e irmãs. Praticamente não temos segredos uma pra outra, até hoje! Fisicamente ela é um mulherão, uma morena de deixar qualquer macho babando. Tem 1,74 de altura e corpo de modelo. Ela é uma morena jambo, linda, com olhos cor de mel, lábios cheios e bem definidos e cabelo encaracolado, desses cheios de cachos e muito bem cuidados. Não sei as medidas exatas, mas por ser mais alta tem mais coxa e bunda que eu (muito mais bunda!), mesma cintura e um pouco menos de busto. Na época, ela não chegava nem na metade disso, ainda tinha corpo de menina novinha. Mas já era linda de rosto. Eu chamava mais atenção pelos meus seios, quase totalmente desenvolvidos. Os dela eram bem feitos porém pequenos ainda. Já os tinha visto várias vezes na casa dela ou na minha, nós não tínhamos nem segredos, nem vergonha uma para com a outra. Ela sabia tudo que eu fazia com meu namorado. E embora, não me atraísse por mulheres, dávamos selinhos como amigas uma na outra de vez em quando. Nossa intimidade só não entrava em nossas calcinhas, nunca a tinha visto sem e nem ela a mim…

Bom, voltando ao conto… Ela me disse: “o que você tá fazendo?!”. Eu na mesma hora tirei minha mão de lá e, meio surpresa e envergonhada, contei o motivo daquilo. Ela fez aquela cara de safada que sempre fazia quando eu contava as coisas que rolavam com meu namorado (ela ainda era virgem também!). Ela falou: “Humm… O que você tá pensando, então?”. “Nada Laura! Err, ou melhor, está disposta a fazer uma pequena loucura?”. E ela respondeu: “Hahaha! Sabe que eu adoro isso! O que faremos?”.

Então contei pra ela meu plano…. Falamos pro professor que eu estava passando um pouco mal e tomaria um remédio, Laura ia me acompanhar. Ele nem desconfiou! Saímos depressa e fomos nos esgueirando pelos corredores do colégio tentando não ser vistas. No meu colégio tinham muitos funcionários sempre andando por fora das salas pra não deixar que ninguém matasse aula. Por isso fomos até um banheiro que tinha sido recentemente interditado e era num local escondido da escola. Chegamos lá sem ninguém nos ver e fui logo falando: “Presta atenção Laura! Tem três boxes, vou ficar no último fazendo o que você já sabe. Quero que você fique de vigia pra ninguém nos pegar e não abra a porta do box de maneira alguma! Elas ainda estão sem as trancas e vou ficar só com o pé segurando. Aiiii! Ele mandou outra foto!”.

Ela apenas deu um sorriso bem malicioso e de quem está gostando da situação e disse: “Então corre amiga e põe os dedinhos pra trabalhar!”.

A foto era outra nossa, só que agora ele quem me chupava e me olhava querendo mais. Sem demora eu sentei, coloquei o pé na porta, uma mão lá dentro e outra no celular e voltei a me masturbar. Cada movimento era como se fosse uma lambida ou uma chupada que ele me dava. E meu tesão que já estava grande agora estava a mil. Já não aguentava mais a roupa me impedindo de ter prazer confortavelmente, então abaixei a calcinha toda e tirei de uma perna deixando ela presa pela outra. Enfim, livre pra ter mais um orgasmo monumental! A situação, as fotos, o local só me davam mais tesão! Soltei o celular e agarrei meus seios do jeito que ele faz apertando-os todos e massageando até chegar ao bico. Lá dando alguns beliscões suaves e me fazendo ir às nuvens de tanto tesão. Quando eu estava quase chegando ao orgasmo, ouvi vozes.

A voz era de uma inspetora da escola e de uma funcionária da limpeza. A primeira dizia que estava quase se cagando e eu a ouvi entrando no primeiro box. Ela pediu pra ficar de olho pra ninguém entrar. As duas teriam visto Laura se não fosse o que aconteceu segundos antes. Assim que Laura ouviu elas se aproximando ficou desesperada e entrou no meu box! Ela entrou e pediu silêncio com a mão e com o rosto suado de sei lá o que. Tudo isso aconteceu em questão de segundos, a porta se abrindo ao mesmo tempo que eu ouvia as mulheres, eu parando de me tocar, Laura entrando e segurando a porta atrás. Primeiro me assustei, depois fiquei com medo de ser pega e por fim, fiquei envergonhada e sem saber o que pensar da situação. Por sorte, pela conversa das duas elas não desconfiaram de nada!

Com o coração mais leve, olhei para Laura e tive outro pequeno susto. A calça dela estava abaixada até a metade da perna e a própria calcinha estava um pouco de lado, mas sem mostrar a bucetinha. Quando ela percebeu pra onde eu estava olhando, ela se corou, subiu as calças e disse, envergonhada e quase sem emitir som: “Tá! Fiquei excitada com a situação! Fiquei com vontade e o tesão estava tão grande que não me controlei. Desculpa!”. Eu falei: “Laura! Não precisa pedir desculpas. Mas falamos sobre isso depois. O que faremos agora?”.

Nessa hora, Laura me olhou e percebi que ela desceu os olhos até a minha rachinha, que ainda estava toda descoberta, porém não aparecia tudo porque eu estava com as pernas fechadas. Fiquei imaginando se ela estava achando-a estranha ou feia, ou simplesmente estivesse curiosa por ver uma que não a sua. Fiz menção de subir a calcinha, mas ela antes se aproximou de mim e me impediu e ainda falou baixinho pra eu continuar a me masturbar. E eu, ainda segurando os seios por baixo da camisa e com a calcinha abaixada disse no ouvido dela: “Para! Tá me deixando envergonhada. Nós nessa situação e você ainda tá excitada?”.

Mas Laura não desistiu… “Pra falar a verdade, eu estou. Não me venha com essa cara, sei que você também está! Eu estava até escutando você gemer. Eu estava quase lá. E aposto que você também!”. Eu respondi: ““Aiii… Eu estava sim! Mas já está passando e não tem como rolar mais nada! Agora temos que ter cuidado pra não levarmos suspensão, só isso!”.

Nisso, meu celular vibra mais uma vez. E todo o tesão que estava prestes a diminuir voltou como um a ni mal descontrolado. Meu namorado mostrava outra foto do cacete dele e perguntava se eu já tinha gozado. Laura olhou com curiosidade pra foto e ficou surpresa (ela nunca tinha visto o pau do meu namorado). E eu fiquei pensando se seria certo continuar. Ela percebeu meu dilema na hora e falou no meu ouvido com aquela voz sexy que todas as mulheres sabem fazer: “Sei que você quer. Já começou, agora é só terminar. É só não fazer nenhum som e ter seu orgasmo bem quietinha. Você tá vendo o cacetão dele pronto pra ti… É só se entregar!”.

Fiquei muito excitada e molhada com aquilo. Mas ainda tinha receio de fazer na frente de Laura. Percebi que minha mão já não estava mais puxando a calcinha, ela estava na minha xaninha, sentindo-a bem molhada. E num último gesto de hesitação disse que tinha vergonha de fazer com ela me olhando. E Laura disse: “Então fecha os olhos amiga. Finge que eu nem estou aqui, vou continuar cuidando da porta!”.

Toda minha resistência acabou, fechei os olhos e me entreguei. Meus dedos novamente correram por minha buceta lambuzando-a e subindo pra movimentar com força meu clitóris. Meu outro braço voltou a apertar meus seios e dar leves beliscões que me faziam sentir espasmos por meu corpo. E rapidamente à imagem do pau do meu namorado se juntou ao pensamento do que Laura estaria fazendo e de como ela estaria me olhando e comecei a delirar! Meu corpo todo se contraindo frente àquela situação. Eu e minha melhor amiga, presas num banheiro sem poder falar um som, eu me masturbando de olhos fechados na frente dela e sem fazer a mínima ideia de como ela estava.

No momento seguinte soube o que ela fazia. No meio de todo tesão eu senti um dedo bem suave brincando na entrada da minha xana. Naquele momento esqueci de tudo ao meu redor e perdi todo o meu pudor, sem abrir os olhos, falei baixinho: “Hum… Tá gostoso amiga? Me ver toda aberta aqui na sua frente. Mete seu dedo. Enfia ele todo em mim. Estou morrendo de vontade de sentir ele dentro de mim!”.

E Laura não se fez de desentendida, enfiou o indicador todo dentro da minha rachinha. De tão molhada que estava quase não senti ele entrar, mas, mesmo assim, percebi que estava perto ter um orgasmo. Não resisti e abri os olhos, a vi com uma mão dentro da calcinha se tocando, a outra brincando comigo e, por fim, seu rosto, com os olhos fechados, a boca aberta e tremendo, prontinha pra gozar. Falei pra ela abrir os olhos e gozar olhando pra mim! E segundos depois eu senti aquele orgasmo contido jorrando pra fora de mim. Todo meu corpo a tremer e sentir um prazer imenso. No final do meu, Laura teve o dela, ela tirou o dedo de mim pra poder cobrir com toda a mão minha buceta, sentindo todo o meu mel que já escorria no chão.

Ela caiu meio que deitada sobre meu colo e nós duas demos aquele sorriso de felicidade pós orgasmo, olhando uma pra outra e pensando na loucura que tínhamos acabado de passar. Já não ouvíamos mais vozes lá fora. Não sabemos quando, mas as mulheres já tinham ido embora. Nos vestimos e saímos da mesma forma que entramos. Descobrimos que o intervalo já tinha chegado e quase passado. Corremos pra sala e frente às perguntas de umas colegas, demos qualquer desculpa. Não recebi mais e-mails do meu namorado na escola… Mas quando cheguei em casa contei pra ele tudo que tinha acontecido. Ele ficou surpreso, mas acabou levando na esportiva. Até perguntou quando ela ia se juntar a nós. Reclamei com ele e ele só riu. Dormi tranquila naquela noite, com uma fantasia realizada e ainda um sorriso no rosto!

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