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O coroa fodedor de 70 anos.

O coroa fodedor de 70 anos.
Sou passivo e tenho um relacionamento com outro cara há 20 anos. Nos damos muito bem, mas o sexo nunca foi o forte no nosso relacionamento. Piorou muito há alguns anos, quando ele fez uma cirurgia e perdeu quase toda a libido, daí em diante o sexo foi quase inexistente. Passei quase dois anos só com punhetas e consolos. Mas meu cú queria mais, estava com fome de pica e louco pra sentir o saco de um homem de verdade batendo na bunda. Como não sou de fazer pegação na rua e não frequentava ambientes gays, recorri a alguns chats da internet, a alternativa da época.

De muitos caras que conversei apenas um foi adiante. Seu nome era Eli, dizia que tinha 58 anos, magro, casado com mulher e com um “pau decente”. Saímos dos chats e passamos para o messenger, onde enviei algumas fotos minhas, mas nunca recebi uma dele. Mesmo sem saber como era, resolvemos marcar um encontro. Na véspera ele falou que precisava me “contar a verdade”, disse que tinha 70 anos, que era quase surdo, não era bonito e que nunca tinha ficado com outro homem antes. Como não dou muita importância às aparências e gostava de homens mais velhos, minhas únicas exigências foram: ser 100% ativo, usar camisinha, estar limpinho e cheiroso, afinal de contas, eu passo quase duas horas lavando e higienizando meu cú, queria também um pau limpinho. Quanto à surdez, achei que era um bônus, eu poderia gritar e gemer como uma puta sem me envergonhar (hehehe…).

Nos encontramos numa quarta-feira à tarde. Ele realmente não era bonito, mas, e daí? Eu também não sou o cara mais bonito do mundo. Só me preocupou que ele era menor que os 1,70m que disse ter. Pode não ser problema pra muita gente, mas, pra mim que tenho 1,95m e estava bem fora de forma com meus 110kg, teria que fazer um pouco de contorcionismo. Mas eu só queria foder e considerando o volume do pau duro dentro da bermuda, acho que ele gostou do que viu. Ah! Ele não era totalmente surdo como me fez acreditar.

Entramos num hotelzinho muito vagabundo no centro da cidade. Mal fechamos a porta ele me beijou forte, agarrando meu peito com uma mão e minha bunda com a outra, levantou minha camiseta e começou a acariciar meus mamilos com a ponta da língua. Quando ele se despiu comecei a salivar ao ver aquela pica cabeçuda apontando pra mim. Fiquei de joelhos e caí de boca naquela piroca suculenta. Alguns minutos depois ele pediu que eu ficasse de costas e tirasse minha roupa, olhei pelo espelho e o vi se masturbando com os olhos fixos na minha bunda. Naquele momento percebi que aquele era realmente um macho fodedor, fã de cu.

Então ele se deitou na cama, balançou a piroca e me mandou chupar… E quem sou eu pra desobedecer um macho? Fiquei de quatro e mamei aquela pica cabeçuda enquanto ele acariciava minha bunda.

Depois de algum tempo ele fez um sinal pra que eu mudasse para a posição de 69 e pensei: “Hmmm, aí está, eles dizem que são 100% ativos, daí começam a chupar seu pau e logo estão pedindo pra você comê-los”. Me enganei redondamente, logo que me virei ele puxou minha bunda pra sua cara e deu um beijo carinhoso no meu cu. Aquilo me pegou de surpresa, porque, com 33 anos, ninguém nunca tinha chupado meu cuzinho. Quando ele começou a passar a língua mais forte, me arrepiei todo, quase desmaiei com aquele prazer recém descoberto. Pela dedicação que deu ao meu cu, acredito que ele também estava adorando. Ficamos naquela posição por quase 10 minutos; enquanto ele chupava, beijava e enfiava a língua no meu cuzinho eu retribuia com uma gulosa chupada no cacetão cabeçudo, sempre dando uma atenção especial ao saco grande, mole e delicioso.

Eu estava adorando, mas olhava aquele pau e fantasiava: “daqui a pouco tudo isso estará enterrado no meu rabo”. Então ele me colocou de quatro com a bunda voltada para a porta do banheiro e disse: “Vou dar uma mijada, enquanto isso quero ver você rebolando esse rabinho e implorando por pica”. Enquanto ouvia o jorro de mijo no vaso as pregas do meu cu começaram a relaxar, já estava pronto pra levar a minha tão sonhada pirocada. Quando retornou, o pau estava meio mole, mas bastaram algumas pinceladas no meu cu pra endurecer novamente. Ele colocou a camisinha, deu uma cuspida e começou a enfiar, com o trabalho que ele teve anteriormente pra relaxar meu esfíncter, nem senti aquela dorzinha inicial, meu cu praticamente sugou aquela pica. Ele deu uma gemida e disse “Que cuzinho quentinho”, não consegui me segurar, dei uma baita gemida e me sentindo a verdadeira putinha do meu homem.

Alguns minutos de estocadas e ele se sentou na cabeceira da cama, mandou que eu me sentasse na rôla e disse: “Agora vou descansar, quero ver seu cu trabalhar… rebola na minha piroca como se fosse uma fêmea no cio”. Tive que obedecer, segurei na cabeceira da cama, arqueei minhas costas e me pus a rebolar. Ele apertava, linguava e chupava meus peitos, dizendo: “Você tem seios lindos”. Achei a palavra “seios” meio estranha, mas já estava tão no papel de fêmea do meu macho que gemi mais alto de tesão.

Naquela tarde fui comido em praticamente todas as posições que fantasiei nas minhas punhetas.

Já estávamos a uns 45 minutos nos devorando quando ele disse que queria gozar, me colocou de quatro na beirada da cama e começou a alternar entre estocadas fortes, tapinhas na bunda, metidas mais suaves, tirava tudo e enfiava novamente. Numa dessas vezes que ele tirou, olhei pelo espelho e percebi que algo tinha lhe chamado a atenção… Parou de meter e começou a punhetar, olhando fixamente pro meu cu. Perguntei o que tinha acontecido e ele disse: “Seu cú está todo arreganhado, implorando por pica”. Pra mim, aquele foi um dos melhores momentos da foda. Adorei ver aquele homem com cara de tarado, admirando, com orgulho, o bom trabalho que tinha feito me arregaçando. Então voltou a meter, agarrou forte minha bunda e começou a dar estocadas rápidas, entendi que ele estava gozando e eu, que não aguentava mais me segurar, comecei a punhetar até gozarmos juntos.

Exaustos, ele se deitou por cima de mim sem tirar o pau de dentro e ficamos nessa posição por uns 5 minutos. Às vezes meu cu dava uma piscadinha, ele me olhava e dizia: “Se continuar assim, vai levar mais pirocada”. Depois que a pica amoleceu ele tirou de dentro, tirou a camisinha e foi ao banheiro. Foi então que me lembrei, ele tinha 70 anos… e que delícia de macho!

O Eli ainda me comeu várias outras vezes. Embora não com o mesmo vigor, ele sempre queria tentar coisas diferentes: que eu usasse lingerie, mijar dentro e uma obcessão que ele teve em fazer fist em mim, relachando minhas pregas pra sempre. Mais adiante contarei tudo, mas deixem eu recuperar o fôlego e bater uma punheta, porque fiquei com muito tesão ao lembrar dessa foda maravilhosa.

Passaram-se muitos anos desde esse transa que relatei, envelheci um pouco, tenho menos vigor, minhas pregas estão mais relaxadas, engordei um pouco mais e minha bunda criou algumas estrias e já não é mais redondinha, mas só quero dar o cu novamente. Se voce for do Rio de Janeiro, 100% ativo e estiver afim de uma foda sem compromisso, me envie uma mensagem. Como disse antes, não me importo com aparências, nem com idade, apesar de preferir os mais gordinhos e os mais velhos; só não gosto de corpos malhados. Também não precisa ser tão vigoroso, basta gostar de bunda e estar disposto a dar e receber prazer.

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