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Quero-te…

Big Tits

Quero-te…
A ida ao café tinha-a deixado também com imensos pensamentos na mente…

Uma turista numa região que não conhecia, conheceu tudo e mais alguma coisa, não é senhor Maurício? O amor, ou tesão, como é agora apelidado pelos milenares, é mais fácil de se vir no verão do que no inverno. Como uns belos dias de descanso acabaram tão bem junto do Maurício…

Esta história passa-se no verão de 2015. Um dos verões mais quentes dos últimos anos. Não sabemos ao certo se a temperatura ajudou à criação do clima mas uma coisa é certa, a temperatura viria a aumentar ainda mais.

Naquela região costeira, onde a população local vivia das pescas e do turismo, trabalha o Maurício num pequeno bar de praia. Era um bar que servia cafés, tostas, cerveja e outros snacks. Todos os verões ele trabalhava lá, isto, desde pequeno. Pelas suas mãos passavam cafés para todo o tipo de clientes desde surfistas, velhos, novos, fãs de praia, crianças, tudo. Contudo, iria ser naquela tarde que ia conhecer a pessoa que o ia obrigar a parar uns segundos a mirar a sua presença.

Já eram umas seis da tarde quando a Sofia entrou dentro do café. Quem era a Sofia?

A Sofia era uma turista da cidade. Tinha chegado no dia anterior e ainda andava a conhecer aos poucos a região. Isto de mapa aberto e a perguntar indicações às pessoas. No café entrou sozinha, deixando o Maurício a questionar-se se estaria com mais alguém. Deixando-o com diversos pensamentos… e desejos. Desejos porquê? Porque ela transportava uma beleza invejável por qualquer mulher, uma beleza que deixava qualquer homem estupefacto a olhar para ela. Os seus cabelos loiros batiam nas suas costas com o caminhar que ela fazia. A sua pele era macia e não era preciso tocar para sentir isso. O olhar bastava.

Aproximou-se do balcão e disse:

– “Desculpe, onde é o Forte?”

– “Menina, ali ao fundo à direita.” Respondeu ele.

Ela queria indicações sobre a localização de um dos pontos mais turísticos da região. A conversa foi rápida e ele não teve dúvidas que a tinha de voltar a rever.

Pediu ao colega do bar para ficar umas horas sozinho, despiu a roupa do serviço, arranjou-se todo e partiu rumo ao forte. Sem saber ao certo se ela teria encontrado o local. Pelo caminho foi pensando a forma como haveria de confrontar aquela mulher. Rapidamente lembrou-se de que podia ser sincero. Podia dizer:

– “Desculpa, aceitas um café?”

E foi assim que o fez. E a resposta não tardou:

– “Sim!” com um sorriso maroto.

A verdade é que a ida ao café tinha-a deixado também com imensos pensamentos na mente. Ele fazia o género dela. Ele era alto. Braços fortes. Mãos rijas. Loiro. Aquele ar de surfista, sabem? Enquanto tomavam o café e conversam, o Maurício ia recebendo mensagens do colega no telemóvel a dizer:

– “Vem para cá, preciso de ti, casa cheia!”

SMS que não obtiveram resposta alguma. O café era mais interessante.

– “Queres jantar?” Convidou ele.

– “Sim, aceito.” Respondeu ela.

Ela aceitara pois a conversa estava a ser bastante agradável. Estava a deixá-lo com imensos desejos sexuais. Estava a deixá-la super confortável. Algo que qualquer mulher gosta de se sentir.

O jantar realizou-se num dos restaurantes com melhor vista da cidade. Tinha uma vista para o mar e para o céu estrelado. Era também o restaurante que ficava aberto até mais tarde e foram os últimos a sair de lá.

Ela tinha-lhe dito, entretanto, que estava hospedada num certo hotel ali bem próximo e convidou-o a ir até lá. Ela tinha uma boa garrafa de vinho no frigorífico que teria de ser aberta em ocasiões especiais. Aquela era uma ocasião bem mais do que especial.

a primeira garrafa de vinho veio a segunda. Da segunda a terceira. E assim sucessivamente. Até que o álcool já era bastante e acabaram por, depois de se aproximarem, beijarem-se suavemente. Um beijo muito, mas mesmo, muito lento. Um beijo que fez arrepiar aqueles dois corpos. Aos poucos foram-se despindo e levaram-se um ao outro para o quarto de banho.

A ida para dentro da banheira foi um saltinho e a água escorria enquanto ambos se tocavam com a intensidade certa. Cada toque já os fazia gemer. E que gemidos. Ela delirava e deixava já escorrer bastante líquido vaginal. Ele beijava-lhe todos os cantos do corpo. Naquele espaço apenas silêncio de palavras pois os gritos eram muitos e água muito barulho fazia. Ele virou-a de costas para ele, dobrou-a e penetrou-a.

– “Isso, vem!” Disse ela.

Ela queria que ele entrasse fundo. Entrasse cheio de vontade. Com muita intenção. Cada pancada que dava dentro dela fazia-a gritar cada vez mais. Fazia chegar aos orgasmos com uma rapidez nada esperada.

– “Não pares!” Disse ela.

Ele não parava. Puxava-lhe os cabelos para trás. Batia-lhe no rabo com toda a força. Ela gritava. Ela desesperava. Ela queria mais e mais. Molhados foram para a grande cama de casal do quarto. Ela deitou-se de barriga para cima e ele encaixou em cima dela. Os braços dele agarravam firme as pernas dela e cada entrada dentro dela obrigava-a a agarrá-lo com mais força. Com mais pressão. Ela já se tinha vindo umas quantas vezes desde o banho até à cama.

– “Fode-me de quatro, ali!”

Onde era o ali dela? Era na varanda. A varanda era ao lado de todas as outras varandas. Um hotel completamente cheio. Onde o silêncio reinava. Ela colocou-se de quatro e foi partida aos poucos por ele. Ele fazia de tudo para a fazer gritar em alto e bom som. Mas não conseguia. Ela sabia controlar-se tão bem. Sabia como manter-se em silêncio. Sabia como não acordar nenhum dos hóspedes do hotel. Ele bem fazia de tudo, penetrava enquanto brincava com os seus mamilos, enquanto beijava o seu corpo mas nada. Nada de nada.

Da varanda voltaram para a cama, ela queria cavalgar em cima dele e assim o fez. Meteu-se de costas para ele e fez com que o rabo trabalhasse sozinho. Ela mostrava que sabia o que estava a fazer. Mostrava toda a sua experiência. Ele gemia por todo o lado, tinha o seu pénis a sofrer um tratamento de elevado nível. Ela saltava e cavalgava da melhor forma gritando ao mesmo tempo e levando-o ao delírio. Ele entretanto veio-se, depois de muita luta e suor, veio-se dentro dela e puxou-a logo para si. Um movimento querido e que finalizava uma boa hora de sexo.

Creditos: Alexa

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